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Há 80 anos, no dia 29 de agosto, o Sindicato da Indústria Gráfica no Rio Grande do Sul (Sindigraf-RS) iniciava sua atuação com o objetivo de desenvolver e fortalecer as empresas do setor no Estado. Ao longo desse período, a entidade foi presidida por onze empresários, que contribuíram de diferentes formas para unir e defender a atividade industrial gráfica gaúcha.

“Um ponto importante para destacar foi e é a excelente conduta dos dirigentes na gestão do Sindicato. Todos sempre com ética e profissionalismo”, destaca o presidente do Sindicato na gestão 2020-2022, Roque Noschang. “Um marco foi a aquisição da sede própria, para melhor atender aos associados e promover ações de treinamento para o desenvolvimento dos seus gestores e trabalhadores”, declara.

Ele também ressalta que a “entidade sempre se destacou nas negociações coletivas junto à classe trabalhadora, atuou forte na definição de qual imposto o setor deve recolher, na redução do percentual do ISSQN na Capital”.

Com sede em Porto Alegre, a base territorial da entidade abrange 476 municípios do Estado e inclui mais de 1.100 empresas associadas atualmente.

Noschang explica que a pandemia de Covid-19 não permitiu comemoração presenciais. A entidade lançou um selo especial concedido às gráficas associadas. Além de agregar valor à empresa, o selo representa boas práticas de gestão e de relacionamento com clientes e fornecedores.

Um pouco da história você confere abaixo.Clique nas imagens produzidas pelo Sindigraf-RS, que relembram alguns acontecimentos:

Confira também três perguntas a Roque Noschang:

Quais as próximas metas e principais demandas do setor?

A principal meta é sempre ajudar as gráficas a estarem bem informadas, principalmente,  durante a pandemia da Covid-19. Demandar ações que ajudem as associadas a se recuperarem e solidificarem sua participação no mercado – nos seus mais diversos segmentos.

O Sindigraf-RS completa 80 anos em meio à pandemia, de que forma essa situação afetou o setor gráfico? Quais foram as soluções encontradas?

A pandemia afetou o setor, principalmente, no aspecto de mercado, vendas, custo operacional pela falta e elevação dos custos com insumos e matéria-prima. 
Uma das soluções imediatas foi defender junto aos governos federal, estadual e municipal que o setor gráfico é uma atividade essencial e não poderia ficar fechada – sem a impressão nos mais diversos substratos como: papel, papelão, plástico, lona, vidro, entre outros, a sociedade não teria condições de identificar os produtos de alimentação, medicamentos, etc... Outra foi a de adotar medidas na redução de custos em todos os setores, especialmente com os colaboradores, por meio de férias, redução de jornada e salários, suspensão ou rescisão de contratos e negociação com os fornecedores.

 

Para finalizar, qual mensagem o senhor deixaria aos industriais do setor gráfico.

A mensagem que deixo aos colegas gráficos é de que não desistam do seu negócio, mas só permaneçam nele, se ele for rentável. Para ter lucratividade, é preciso uma constante revisão de processos e atualização de custos. Somente unidos e participativos seremos mais fortes. Contem com o Sindigraf-RS!

 

sexta-feira, 27 de Agosto de 2021 - 16h16

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